sábado, outubro 09, 2010

MINEIROS CHILENOS

Está chegando a hora dos 33 homens enclausurados sob a terra virem para a superfície. Coincidência ou não serão 33 dias para a retirada dos 33 homens.

Independente de qualquer misticismo, o importante é a retirada dos mesmos e que o evento sirva de lição para evitarmos futuros problemas nas minas, pois é um trabalho realizado por poucos e simplesmente esquecido por muitos.

SEJAM BEM VINDOS! ¡SEAN BIENVENIDOS!

CUIDADOS PALIATIVOS

Os Cuidados Paliativos são conhecidos desde a Idade Média. Na Inglaterra se iniciou em 1900. No Brasil teve início, mais incisivo, na década de 90, sendo que o preconceito existe entre profissionais da saúde, gestores hospitalares e o poder judiciário.

No que diz respeito a medicina, os cursos ainda não ensinam os médicos como lidar com um paciente terminal e existem poucos cursos de pós-graduação neste sentido.

A tendência que se observa na maioria dos países europeus é incluir a medicina paliativa como parte de um serviço a ser prestado dentro dos programas nacionais de saúde. Em alguns países europeus o desenvolvimento dos cuidados paliativos não tem sido homogêneo, por conta da diferença entre os modelos e principalmente seu grau de execução.

A obrigação ética da informação do diagnóstico e prognóstico deve ser prestada ao paciente e se deve relembrar seus direitos em aceitar ou não a prolongação de seu tratamento ou qualquer tipo de procedimento. Contudo não se pode deixar de lado as questões legais ou as boas práticas médicas. O paciente deve expressar sua vontade de forma antecipada uma vez que é a garantido por lei a autonomia do indivíduo.

Acredito que se deva falar de forma explicita e clara sobre uma sedação terminal ou sedação na agonia, pois muitos pacientes (e parentes) entendem este procedimento como sendo uma forma de eutanásia. Não tem lógica alguma, hoje, em uma medicina que seja verdadeiramente humana, a incompetência terapêutica ante ao sofrimento, tratamentos inadequados por doses insuficientes ou excessivas e/ou o abandono.

No Brasil se prevê um aumento nos próximos anos (mais não se sabe quantos anos) com uso da mídia, quebra de resistências, promulgação de leis e regularização profissional.

ULTRA-SOM E FRATURAS

Em um estudo realizado pelo Hospital Universitário de Marburg e a Universidade de Ulm (ambos da Alemanha), publicado na revista Musculoskeletal Disorders, aponta para uma aceleração na cura de fraturas ósseas realizadas com o uso de ultra-som.

O estudo foi aleatório controlado e descobriram que o uso de pulsos de baixa intensidade em pacientes com fraturas de tíbia tiveram um aumento de 34% na densidade mineral óssea na área de fratura após 16 semanas (aplicação por 20 minutos/dia), em comparação com um dispositivo falso.

Esta descoberta certamente trará uma aceleração no tempo de recuperação e de retorno as atividades cotidianas normais.

VÍRUS STUXNET

Os ataques do Stuxnet, um vírus de computador, a uma usina nuclear no Irã, a sistemas de indústrias fundamentais na China e a uma indústria alemã nas últimas semanas colocaram em alerta especialistas em segurança digital.

O Stuxnet é o primeiro vírus capaz de causar danos no meio físico, o que o torna uma ameaça diferente de tudo o que foi visto anteriormente. A lógica de um vírus basicamente é gerar retorno financeiro. Normalmente ele se espalha rapidamente para capturar informações, senhas bancárias, atacar um site de comércio eletrônico, este vírus não segue esta lógica.

O vírus tem como alvo principal sistemas de controle industriais, que são usados para monitorar e gerenciar usinas de energia elétrica, represas, sistemas de processamento de resíduos e outras operações fundamentais. A partir daí, o malware modifica seus códigos para permitir que os atacantes tomem o controle sem que os operadores percebam. Ou seja, essa ameaça foi criada para permitir que hackers manipulem equipamentos físicos, o que a torna extremamente perigosa.

O que também chama a atenção no Stuxnet é que ele foi desenvolvido para atacar um sistema muito especifico de infra-estrutura, infectando um programa da Siemens que controla instalações industriais fundamentais, se aproveitando de quatro vulnerabilidades do Windows desconhecidas até então.

Até agora, são poucas as pistas sobre a origem dessa ameaça. O que se tem por enquanto são apenas especulações. Especialistas da Symantec estimam que o projeto deve ter sido fabricado por uma equipe de até dez pessoas, em um trabalho que não durou menos de seis meses, levando-se em conta o tipo de código presente no Stuxnet.

Tendo-se em conta que o ataque foi no Irã e na China pode-se acreditar em uma parceria entre os EUA e Israel, mas nada está comprovado.

O Stuxnet é um protótipo em operação de uma arma cibernética que levará à criação de uma nova corrida armamentista no mundo. Na década de 90 tivemos os vandalismos cibernéticos, nos anos 2000, os criminosos e agora podemos estar olhando para o ciberterrorismo (se é que esta palavra existe).