Os Cuidados Paliativos são conhecidos desde a Idade Média. Na Inglaterra se iniciou em 1900. No Brasil teve início, mais incisivo, na década de 90, sendo que o preconceito existe entre profissionais da saúde, gestores hospitalares e o poder judiciário.
No que diz respeito a medicina, os cursos ainda não ensinam os médicos como lidar com um paciente terminal e existem poucos cursos de pós-graduação neste sentido.
A tendência que se observa na maioria dos países europeus é incluir a medicina paliativa como parte de um serviço a ser prestado dentro dos programas nacionais de saúde. Em alguns países europeus o desenvolvimento dos cuidados paliativos não tem sido homogêneo, por conta da diferença entre os modelos e principalmente seu grau de execução.
A obrigação ética da informação do diagnóstico e prognóstico deve ser prestada ao paciente e se deve relembrar seus direitos em aceitar ou não a prolongação de seu tratamento ou qualquer tipo de procedimento. Contudo não se pode deixar de lado as questões legais ou as boas práticas médicas. O paciente deve expressar sua vontade de forma antecipada uma vez que é a garantido por lei a autonomia do indivíduo.
Acredito que se deva falar de forma explicita e clara sobre uma sedação terminal ou sedação na agonia, pois muitos pacientes (e parentes) entendem este procedimento como sendo uma forma de eutanásia. Não tem lógica alguma, hoje, em uma medicina que seja verdadeiramente humana, a incompetência terapêutica ante ao sofrimento, tratamentos inadequados por doses insuficientes ou excessivas e/ou o abandono.
No Brasil se prevê um aumento nos próximos anos (mais não se sabe quantos anos) com uso da mídia, quebra de resistências, promulgação de leis e regularização profissional.
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