Mais uma vez frisamos que somos
contra as cotas e a favor da igualdade de oportunidades. Assim, o princípio
aristotélico segundo o qual “devemos tratar igualmente os iguais e
desigualmente os desiguais, na medida de sua desigualdade” já dizia isto. Esta
historinha que é uma compensação histórica é uma grande besteira (não se
compensa sofrimento), pois nos parece evidente que independente da cor pessoas
com igualdade de condições saídos de escolas públicas possuem os mesmos
rendimentos acadêmicos semelhantes aos egressos de escola particular. Qual o
motivo de não votarem cotas em todos os níveis públicos?
quinta-feira, abril 26, 2012
ESQUEMA CACHOEIRA
Mais um caso de esquemas. Qual a novidade?
Sinceramente podemos entender que seria muito melhor colocar bicheiros para
dirigirem um país, pois estes senhores fazem dinheiro do nada e ainda conseguem
pessoas que lhes dão mais dinheiro ainda. O Sr. Cachoeira terá que ser bem
vigiado, pois se a coisa engrossar teremos outro PC Farias pela frente.
IGUALDADE?
Inicialmente queremos dizer que não somos contra a
vida e muito menos contra os esforços de um pai para salvar seu filho. Contudo
algumas coisas não podem passar em branco independente de qualquer coisa. Nossa
crítica é por conta da interrupção de uma avenida e uso de batedores da Polícia
Militar de São Paulo em realizar uma “escolta” para a ambulância que trazia o
cantor Pedro de Congonhas para um Hospital na região do centro.
Este tipo de ação mostra que ainda existe um peso e
duas medidas, ou seja, ricos continuam tendo privilégios que outros menos
afortunados economicamente não têm. Relembrem o caso do Tor ou Thor que possui
uma grande quantidade de multas (querendo culpar outros por dirigirem seus
carros, o que é difícil de acreditar por que ninguém deixaria um segurança
passear de MacLaren ou outro carro caríssimo) que sumiu dos noticiários, o que
vemos é o pai fazendo parcerias com a Vale para avaliar a viabilidade econômica
e ambiental da construção de um trecho ferroviário para ligar ferrovias ao
Porto de Açu. Perguntamos: Para onde vai a igualdade de direitos?
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