A revista britânica “Times Higher Education (THE)”, que não é tão prestigiada como dizem, fez uma pesquisa com 17.554 pessoas (entre acadêmicos e cientistas) de 137 países. Na pesquisa colocam a Universidade de São Paulo (USP) entre as 100 melhores Universidades do mundo. Por outro lado a revista americana “Foreign Policy” recomenta a USP para os "jocks", uma expressão americana para alunos que gostam de praticar esportes, têm boas habilidades sociais e não são muito brilhantes. O “The Economist” faz um “elogio” a USP dizendo que “os estudantes não pagam nada, os funcionários são “indemitíveis”, e o currículo é antiquado e politizado". Mas "a escalada da USP nos rankings foi auxiliada por um grande aumento no financiamento privado e na colaboração e reconhecimento internacionais. E ainda, o Ranking Acadêmico de Universidades do Mundo (ARWU, na sigla em inglês), elaborado pelo Centro de Universidades de Classe Mundial (CWCU) e pelo Instituto de Educação Superior da Universidade Jiao Tong, em Xangai, na China, que aponta a USP como a primeira colocada em número de doutorados defendidos entre 682 instituições globais. Pelo que sabemos defender doutorados não significa nada, pois o que vale são publicações de impacto. A Universidade de Harvard está em 12º. pelo tal “ranking”.
Em tudo que se foi escrito existem alguns contrassensos, assim não se pode acreditar em tudo o que se lê.