domingo, agosto 01, 2010

PARA UM AMIGO

Um amigo meu sempre disse que buscamos em nosso par semelhanças com nossos pais ou com nós mesmos. Sempre duvidei. Contudo o cara estava certo, ou pelo menos bem próximo de estar. Estudos realizados por dois cientistas (Robert Chris Fraley [Illinois] e Michael J. Marks [Novo México], EUA), em uma das fases, concluíram que as pessoas que viram as fotos misturadas com a de seus pais se disseram mais atraídas aos rostos mostrados.

Mais informações em Personality and Social Psychology Bulletin. 2010 Jul 20.

CORRUPÇÃO

Vocês leram o programa de governo dos principais candidatos a Presidência?

Bem, apenas a candidata Marina aborda a questão de forma limitada. Os outros candidatos, Serra e Dilma, não descrevem nada ou chove no molhado (respectivamente).

Alguém acredita que a corrupção será pelo menos diminuída algum dia neste país?

PARAPLÉGICOS

Uma ótima notícia foi dada na semana passada que certamente irá alavancar as pesquisas contra a paralisia.

A Geron, empresa americana, iniciará testes em pacientes paraplégicos com o uso de células-tronco embrionárias na perspectiva de regenerar a região nervosa lesada por acidente sofrido recentemente.

As expectativas são grandes e o maior cuidado se refere aos riscos desta técnica levar a produção de células cancerosas.

MACONHA PERIGOSA

Uma mistura de ervas e produtos químicos apelidada de K2, que é vendida legalmente nos Estados Unidos como incenso, porém produz efeitos semelhantes aos da maconha quando fumada, está levando um número crescente de pessoas aos hospitais.

O aumento súbito no número de chamadas de emergência levou dez Estados americanos a banir o K2 e outras marcas dos chamados produtos de maconha sintética. As complicações do uso de K2 eram consideradas raras um ano atrás, com 13 casos informados em todos os Estados Unidos, contudo apenas em 2010 o total chega a 766 casos.

O K2, definido pelo Centro de Venenos do Missouri (EUA) como uma mistura de ervas e especiarias com uma substância psicoativa, sendo comparada à maconha porque o composto químico interage com o cérebro de forma semelhante à droga.

Usuários, desde adolescentes a adultos na faixa dos 60 anos, queixam-se de sintomas como agitação, ansiedade, hipertensão, vômitos e, em alguns casos, paranóia severa e alucinações.