domingo, agosto 08, 2010

EVITA e ROBIN HOOD BRASILEIROS

Quem teve o desprazer de ver o debate com os candidatos teve uma, de várias, desagradável surpresa.

Não houve debate e sim estocadas com espadas. O debate foi centrado em Dilma e Serra, enquanto Marina pouco pode falar. Os outros candidatos nem comento.

O que me parece é que Serra está querendo se parecer a Robin Hood as avessas, querendo um Estado mais frágil e um empresariado mais forte. A Dilma está posando de “Evita”, quando chamada de “mãe dos pobres”.

Uma advertência: Vocês lembram do Collor? Muito bem. Ele foi senador e agora concorre ao governo de Alagoas. Não tenha dúvidas que a probabilidade de vitória é de uns 70% e guardem o que digo, em 2014 ele voltará a disputar a Presidência.

DOENÇA DA DESESPERANÇA

No mundo, mais de 1 milhão de pessoas vivem com menos de 1 dólar por dia e mais de 2 milhões com menos de 2 dólares. Mais de 3 milhões não possuem acesso a água ou a condições sanitárias básicas.

A globalização a cada dia aumenta as desigualdades criando grandes pontos de pobreza.

Em Gaza (no Oriente Médio) uma população vive encarcerada em um território de 365 km2, rodeado por muros com fios de alta tensão e por um bloqueio naval. Nestas condições impostas pelo governo de Israel a população sofre. Nada entra e nada sai.
Este bloqueio desumano gera uma série de doenças e entre elas a da falta de esperança e as doenças mentais.

Gaza é o campo de concentração do século 21. Não tenho dúvidas que Hitler cometeu loucuras, mas ninguém pode negar que hoje, os que foram reprimidos antes, não estão fazendo o mesmo.

CAMPEONATO INÚTIL

O campeonato mundial de sauna que ocorreu ontem (09/08) em Heinola (Finlândia) acabou em uma morte e uma hospitalização.

Não ter o que fazer realmente é um problema sério em qualquer lugar do mundo.

Se a pessoa (ou pessoas) não se destacam pelo intelecto ou dotes (no sentido de esporte) não fica satisfeita e quer aparecer.

Um campeonato no qual os “atletas” devem ficar em uma sauna a uma temperatura de 110º.C pelo maior tempo possível é no mínimo querer avaliar o limite não de resistência, mais de pura burrice.

Como sempre digo, não adianta ser do país desenvolvido se o cérebro ainda está na Idade da Pedra.