terça-feira, julho 13, 2010

CAMPANHA CONTRA O “BULLYING”

“Bullying” é um termo em inglês que se refere ao verbo “ameaçar/intimidar”, ou seja, uma situação que se caracteriza por um conjunto de atitudes agressivas (inclui-se apelidos pejorativos), repetitivas e sem motivação aparente por parte de um aluno – ou grupo – contra outro, causando sofrimento e angústia. Tais investidas estão relacionadas a exaltação de problemas físicos ou estéticos, subtração de bens pessoais, além de racismo e homofobia. Isto difere de violência escolar.

Basta você ser diferente, em qualquer nível, para saber como estas coisas funcionam.

No meu tempo (há mais de 30 anos), isto existia e nem por isto perdi meus cabelos. A diferença do meu tempo para os dias de hoje é que não tínhamos internet (com suas diversas comunidades), além disto existia um respeito enorme pelo professor e ainda, se honravam os pais. Atualmente, com a quantidade de programas copiados e raramente adaptados a nossa realidade levam a um aumento significativo das agressões (de qualquer natureza) gratuitas, sem contar a exposição massiva de casos de homicídios que passam meses sendo explorados, quando se esquecem que outros tantos perdem a vida, independente da brutalidade, e são ignorados.

A campanha é importante, não tenho a menor dúvida. Contudo a participação ativa e presencial (na escola e em casa) dos pais é fundamental, pois se acaba colocando uma carga enorme nas costas dos professores que possuem o ofício de educar, no sentido de levar o indivíduo a possuir conhecimento, cidadania (dizer bom dia, boa tarde, etc) vem de casa.

Repórter Inexperiente entrevista o ex-Presidente Itamar Franco

No programa comemorativo de número 100, o CQC retomou o quadro Repórter Inexperiente com Danilo Gentili que, desta vez, entrevistou o ex-presidente do Brasil, Itamar Franco.
Durante a reportagem o ex-Presidente diz ter seu nome por ter nascido no mar e enfatiza dizendo que Ita=significa pedra e Mar= significa mar, ou seja, seu nome significaria “pedra do mar”.
Preciso informar ao nosso excelentíssimo ex-Presidente que o nome Itamar possui significado hebraico “lugar que têm Palmeiras” (sem alusão a nenhuma equipe de futebol) e que pode ser encontrado na Bíblia em Êxodo 28,1-“Faze vir junto de ti, do meio dos israelitas, teu irmão Aarão com seus filhos para me servirem no ofício sacerdotal: Aarão, Nadab, Abiú, Eleazar e Itamar, filhos de Aarão.
Acho que é por isto que ninguém lembra que o “real” comemorou a pouco 13 anos e ele foi quem o instaurou.

Folha de S.Paulo (13/07/2010): Pesquisa revela que pacientes recebem orientações erradas sobre ingestão de medicamentos

Não li o trabalho, assim não posso dizer se os pacientes estudados são aqueles internados em enfermarias (ou quartos) ou em unidades de cuidados intensivos.
Realmente este tipo de erro ocorre em qualquer lugar, a diferença está na ação que se toma para diminuir estes problemas.
Não acredito na falta de preparo por parte do profissional, que em seus estudos universitários aprendem desde como se administra cada tipo de medicamento como também as doses e efeitos adversos.
A pressa, a distração ou descaso, podem ser um dos problemas.
Aqui no Brasil quando algo deste tipo acontece, raramente gera um processo e quando este é instalado se demora anos para uma batida de martelo em favor do paciente, se o mesmo sobreviver é claro.
Hospitais privados, que fazem tanta propaganda, poderiam estar fora desta lista se utilizassem um sistema informatizado (o equipamento deve custar entre 90.000 a 150.000 euros) que não apenas marca o medicamento com os dados do paciente, como também a dose prescrita e quem ministrou o fármaco. Da mesma forma podem se informatizar macas, cadeiras de rodas e equipamentos diversos, para se saber onde as coisas se encontram e no caso de necessidade solicitar o que estiver mais próximo, por exemplo um desfibrilador cardíaco ou um equipamento de ventilação mecânica portátil.
Tecnologia para estas coisas existem, mas infelizmente a prevenção não é uma alternativa quando se trata de lucros imediatos.

Logo da Copa do Mundo de 2014.



Espanto. Está é a primeira impressão que tive ao ver a logo-marca da Copa de 2014.
As duas “mãos” verdes parecem segurar uma cabeça na qual não se acredita no que está acontecendo. A outra, amarela, parece ser levada ao rosto em sinal de decepção. Até o verde-amarelo estarem estampados, tudo bem, mais falta algo para simbolizar, ou ainda, definir o Brasil. Não me digam que o “2014” em vermelho é significativo. Parece mais uma palavra do que um ano. Escolhido por notáveis??? Está explicado!
Não poderia ter colocado o globo terrestre (em azul) com o mapa do Brasil entre as mãos???
Se isto for uma amostra do que teremos em 2014 estamos bem arrumados.