“Bullying” é um termo em inglês que se refere ao verbo “ameaçar/intimidar”, ou seja, uma situação que se caracteriza por um conjunto de atitudes agressivas (inclui-se apelidos pejorativos), repetitivas e sem motivação aparente por parte de um aluno – ou grupo – contra outro, causando sofrimento e angústia. Tais investidas estão relacionadas a exaltação de problemas físicos ou estéticos, subtração de bens pessoais, além de racismo e homofobia. Isto difere de violência escolar.
Basta você ser diferente, em qualquer nível, para saber como estas coisas funcionam.
No meu tempo (há mais de 30 anos), isto existia e nem por isto perdi meus cabelos. A diferença do meu tempo para os dias de hoje é que não tínhamos internet (com suas diversas comunidades), além disto existia um respeito enorme pelo professor e ainda, se honravam os pais. Atualmente, com a quantidade de programas copiados e raramente adaptados a nossa realidade levam a um aumento significativo das agressões (de qualquer natureza) gratuitas, sem contar a exposição massiva de casos de homicídios que passam meses sendo explorados, quando se esquecem que outros tantos perdem a vida, independente da brutalidade, e são ignorados.
A campanha é importante, não tenho a menor dúvida. Contudo a participação ativa e presencial (na escola e em casa) dos pais é fundamental, pois se acaba colocando uma carga enorme nas costas dos professores que possuem o ofício de educar, no sentido de levar o indivíduo a possuir conhecimento, cidadania (dizer bom dia, boa tarde, etc) vem de casa.
Concordo plenamente com sua opinião, e ressalto ainda toda uma questão midiática que nos remete aos padrões de beleza, questão econômica,impostas pela sociedade, porque a televisão mostra que quem tem beleza e dinheiro pode tudo e que teoricamente "se dá bem na vida", tal exemplo é seguido por aqueles que ainda nem ao menos sabem o significado da palavra OPINIÃO. Mas o real mal desta história é que como está escrito "...cidadania vem de casa"talvez os piores exemplos venham a partir das pessoas que estão mais próximas, os próprios pais que, sem querer ou mesmo querendo incitam este tipo de atitude, portanto, a campanha tem que ser direcionada para todos os públicos, educadores, familiares e as próprias crianças que ameaçam ou são ameaçadas.
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