Quem assistiu ao filme e suas continuações deve lembrar de um no qual a heroína (leia-se mocinha) vestia um traje robótico, muito parecido com aqueles usados pelos soldados de Zyon, em Matrix.
Apesar de muitos não se darem conta aquilo era o prenúncio do que estava por vir.
Quem assistiu ao GI JOE deve ter visto um traje bem menor e muito mais hightech.
Muito bem. Veio e veio melhorado.
A empresa Raytheon Sarcos apresentou esta semana em Salt Lake City (EUA) uma versão atualizada do traje, com o qual o provador pode quebrar tábuas, esmurrar saco de areia, jogar futebol, realizar flexões e levantar objeto pesados.
Obviamente a tecnologia será usada pelos militares americanos, no primeiro momento no auxilio de tarefas de logística, como por exemplo, levantar mísseis.
O traje permite ao usuário realizar tarefas sem se cansar ou ter dores nas costas, além de realizar o trabalho que necessitaria de duas a três pessoas.
Certamente o caminho será um traje muito próximo ao da equipe G.I. JOE, pena que o uso, como muita coisa, será para conflitos armados. Afinal parece muito mais fácil reduzir a população por meio da guerra do que pela educação.