Todos os métodos de medição de
risco a saúde possuem prós e contras, contudo o IMC (índice de massa corporal)
é, em nossa opinião e de outros pesquisadores, o menos confiável pelo simples
fato de não levar em conta a heterogeneidade ética e gênero.
No caso do método cintura-altura
o mesmo tem como desvantagem a não mensuração da gordura visceral, no método de
medida do pescoço pode-se não levar em conta a variação natural do pescoço e o
índice de adiposidade corporal tem em contra a dificuldade do cálculo e da
imprecisão de adiposidade menor que 10%, mais os três são melhores que o IMC.
Agora uma revisão de estudos
realizados pela médica Margaret Ashwell demonstrou que a proporção entre altura
e cintura prevê melhor o risco cardíaco e de diabetes, ou seja, se uma pessoa
medir 1 metro e 60 centímetros sua cintura deverá ter no máximo 80 centímetros,
acima deste valor é indicativo de risco.
Certamente outros métodos virão
no sentido de melhorar a identificação de riscos, até lá este será o mais
confiável.