Na quinta-feira passada (12/07) teve uma manifestação de
funcionários da Universidade Federal de São Paulo na rua Napoleão de Barros, na
porta do Hospital São Paulo. O que chamou a atenção foi o uso de alto-falantes
por parte de 15 pessoas (se tanto). Nossas perguntas: Se é uma área hospitalar,
na qual se é proibido tocar uma buzina, por que a polícia não proibiu o uso do
alto- falante que dava para se ouvir dentro das enfermarias? E que tipo de
funcionários são estes que não respeitam os pacientes internados?
terça-feira, julho 17, 2012
CURRICULO LATTES
Para quem viu um dos currículos de uma das ministras do
atual governo seria interessante ver o currículo de nossa presidente: http://lattes.cnpq.br/1357261451494509
Como se pode ter um mestrado interrompido seguido de um
doutorado interrompido?
Em 2009, enquanto ministra, a desculpa dada foi que ele não
sabia de onde partiram as informações “equivocadas”. Bem, teoricamente o
currículo Lattes só pode ser acessado por meio de CPF ou endereço de correio
eletrônico com senha.
ROSANE
A pensão está tão baixa que precisou inventar algo para
ganhar um cachê para falar bobagem.
Globo ou Gramna
Para quem não conhece, o Gramna, é um jornaleco de Cuba que
só fala bem do governo. A Globo parece estar indo para o mesmo caminho (mesmo
que em paralelo), se é que alguns perceberam.
Notem que a renovação das concessões de televisão e eleições
estão chegando, assim “alguém” de Brasília deve ter dito para tirarem o Ali
Kamel, que foi substituído pelo Amauri Soares. Este Amauri é casado com a
Patricia Poeta. E misteriosamente criam um programa para a Fátima Bernardes e,
diga-se de passagem, “Eita programinha ruim”. Agora as manhãs estão com 3
programas de pouquíssima utilidade.
Tratamento para infecção por Clostridium difficile
Pode ser, e será, estranho o que iremos colocar aqui. Mais
podem acreditar.
A infecção por C.
difficile pode parecer algo sem importância para os menos avisados, contudo
é uma infecção que surge quando utilizamos antibióticos e estes destroem
grandes quantidades de nossa “flora” intestinal o que favorece o crescimento da
C. difficile que leva a diarreia e se
não tratada leva a morte.
O procedimento é um transplante de fezes, sim, fezes,
utilizado quando outros tratamentos não surtem efeito. Pouquíssimos, senão
raros, hospitais e cirurgiões realizam esta técnica que é nada agradável tanto
aos olhos como para o nariz.
O transplante é realizado de maneira simples. O paciente é
medicado com antibióticos na noite anterior ao transplante, no dia da
intervenção um doador (preferencialmente que resida no mesmo local do paciente)
produz uma amostra que é entregue ao corpo clínico. Os profissionais misturam
aproximadamente 30 gramas de fezes em solução salina e filtram a mesma para
obter uma substância bem aquosa. A substância é dirigida por uma sonda nasal
até o estômago (ou outro caminho) e se espera o re-estabelecimento da “flora”
normal.
Assim antes de nos entupirem de antibióticos ou
procedimentos muito mais invasivos vale a pena usar a cabeça, ao invés do
nariz, e tentarmos técnicas que são utilizadas nos EUA e Inglaterra com sucesso
de 90%.
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