quinta-feira, julho 22, 2010

SILICONE E AUTO-ESTIMA

Apesar do risco que a brasileira Sheyla Almeida corre (e espero que melhore) precisamos definir o que é uma “modelo”, pois se levarmos ao pé do dicionário a coisa complica.

A “modelo”, em agosto de 2008 (se eu não me engano) deu entrevistas dizendo que seria uma “estrela de filmes adultos” na terra do Tio Sam. Bem, se ela foi, é ou será, não importa. O importante é que se recupere.

A “modelo” veio ao Brasil em junho colocar os implantes, uma vez que a Lei no Texas não permite mais de um galão por conta dos riscos de toxicidade. Ao voltar para os EUA começaram os problemas (dor no peito e dificuldade de respirar).
O risco de perder seus “seios reais” existe, além do risco de desenvolver uma sepse, o que pode levar a morte.

A intenção deste “post” não é julgar, mas sim sensibilizar.

Minha pergunta aqui diz respeito a: Quando o muito é demais?

GARRAFAS PLÁSTICAS – RISCO A SAÚDE, TAMBÉM.

Vários estudos demonstraram a existência de uma substância chamada bisfenol A em garrafas de plástico (PET), esta substância afeta os hormônios tanto masculinos quanto femininos, alterando seu funcionamento.

Uma equipe da Universidade Kyushu (Japão) encontrou a mesma substância conjugada com flúor, o bisfenol AF. O estudo foi publicado na “Environmental Health Perspectives” informando que o bisfenol AF possui afinidade pelos receptores de estrogênio alfa e beta, sendo 20 e 50 vezes, respectivamente, mais forte que o bisfenol A. O que se observou foi que a molécula (bisfenol AF) ativa o primeiro receptor como se fosse o próprio hormônio feminino e bloqueia o segundo, impedindo a ação hormonal. O resultado é um desequilíbrio que pode contribuir para o surgimento de cânceres reprodutivos.

Os estudos se dirigem no sentido de buscarem uma estimativa do nível de exposição a que estão sujeitos os usuários de água engarrafada em plástico