terça-feira, julho 20, 2010

AINDA NO CONGRESSO INTERNACIONAL SOBRE AIDS

Apoiam a não penalização do consumo de drogas os presidentes Ernesto Zedillo (México) e César Gaviria (da Colômbia) e também apoiada por Fernando Henrique (ex-presidente do Brasil). A Declaração de Viena, que exige o fim das atuais estratégias proibicionistas sobre as drogas, pois acreditam estarem causando o caos social e fomentando a epidemia de AIDS.

As drogas chamadas ilícitas trazem problemas diversos, isto temos como certo. Contudo as drogas denominadas lícitas (álcool e tabaco) trazem problemas também. Por exemplo, qual seria o motivo para não se proibir o consumo de bebidas alcoólicas ou sua propaganda massiva? Se nosso trânsito e de outros países sofrem com acidentes com vítimas fatais? No caso dos países árabes o número de etílicos é baixíssimo. Tudo bem. É uma questão cultural (lá a pena não é leve). E no caso do Afeganistão que está aumentando sua área de plantação de ópio?

Atitudes e decisões não podem ser tomadas a esmo. A “liberação” do consumo na Holanda existe com um controle de seus usuários e, além disto, existe a questão cultural, econômica e o tamanho da população, que no caso é bem mais homogênea do que a brasileira. E não se pode esquecer, a liberdade de uma pessoa termina no ponto em que a da outra começa.

Alguém disse uma vez: siga o dinheiro. Então sigamos o dinheiro para saber quem sustenta este tráfico e quem ganha com ele.

Hoje a regra virou exceção. Tente dizer um bom dia em um elevador? Em um ônibus? O respeito próprio está se diluindo e o respeito pelo próximo é quase inexistente. Falta respeito de filhos pelos pais, respeito dos pais para com seus filhos. Como podemos melhorar quando dia após dia a noticia mais lida e ouvida se refere a crimes?

Programas que dizem querer trazer a tona problemas sociais nos quais os “espertos” acabam se dando bem. Isto é lazer? Cultura?

No meu humilde ponto de vista, o primeiro passo é saber o que move uma pessoa a fazer algo sabidamente errado e a partir deste ponto começar uma estratégia acertiva, pois em um país com dimensões e diferenças tão grandes uma única regra não pode ser aplicada sem que a mesma seja flexível.

E outra questão, por qual razão o ex-presidente não defendeu a idéia quando foi Chefe do Governo?

ABORTO E UNIÃO HOMOSSEXUAL: TEMA PARA OS PRESIDENCIÁVEIS?

Muito bem.

Temos 3 “importantes” aspirantes ao governo: Dilma, Marina e Serra.
Dilma diz ter estudado em colégio de freiras, mais acredito que não tocará no tema por conta dos votos que pode ganhar das igrejas evangélicas. Deve deixar o caso para o Congresso...preciso dizer algo mais...

Serra, que se declara católico, mais está separado, também sairá pela tangente (como um dançarino de tango?), uma vez que 90% da população brasileira se declaram católicos.

E a Marina (cristã-envangélica), que se coloca contra a liberalização do aborto (prefere um plebiscito popular) e da união homossexual.

Levando em conta que a população brasileira, de uma maneira geral, possui alguma religião (e até mais de uma) mostra que “nossos políticos” não abordam tais temas por medo. Sim, medo. Medo de perder votos.

Cabe lembrar que o presidente se colocou a favor do abordo por questões de saúde pública (em maio passado se não me engano), contudo enfatizou que era “pessoalmente contra”. Pergunta: Como se pode ser presidente e ao mesmo tempo não ser?

Somos vistos como um país no qual o sexo nunca foi um tabu, onde tudo pode, se faz quando se quer e com quem se quer no local que quiser. E aqui temos outro paradoxo, porém por conta de pessoas que vivem do nome de Deus sobre o povo tudo caminha a tropeços. Quer servir a Deus?

Ótimo! Mas não ganhe seu sustento com o suor dos outros.