Muito bem.
Temos 3 “importantes” aspirantes ao governo: Dilma, Marina e Serra.
Dilma diz ter estudado em colégio de freiras, mais acredito que não tocará no tema por conta dos votos que pode ganhar das igrejas evangélicas. Deve deixar o caso para o Congresso...preciso dizer algo mais...
Serra, que se declara católico, mais está separado, também sairá pela tangente (como um dançarino de tango?), uma vez que 90% da população brasileira se declaram católicos.
E a Marina (cristã-envangélica), que se coloca contra a liberalização do aborto (prefere um plebiscito popular) e da união homossexual.
Levando em conta que a população brasileira, de uma maneira geral, possui alguma religião (e até mais de uma) mostra que “nossos políticos” não abordam tais temas por medo. Sim, medo. Medo de perder votos.
Cabe lembrar que o presidente se colocou a favor do abordo por questões de saúde pública (em maio passado se não me engano), contudo enfatizou que era “pessoalmente contra”. Pergunta: Como se pode ser presidente e ao mesmo tempo não ser?
Somos vistos como um país no qual o sexo nunca foi um tabu, onde tudo pode, se faz quando se quer e com quem se quer no local que quiser. E aqui temos outro paradoxo, porém por conta de pessoas que vivem do nome de Deus sobre o povo tudo caminha a tropeços. Quer servir a Deus?
Ótimo! Mas não ganhe seu sustento com o suor dos outros.
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