Inicialmente queremos dizer que não somos contra a
vida e muito menos contra os esforços de um pai para salvar seu filho. Contudo
algumas coisas não podem passar em branco independente de qualquer coisa. Nossa
crítica é por conta da interrupção de uma avenida e uso de batedores da Polícia
Militar de São Paulo em realizar uma “escolta” para a ambulância que trazia o
cantor Pedro de Congonhas para um Hospital na região do centro.
Este tipo de ação mostra que ainda existe um peso e
duas medidas, ou seja, ricos continuam tendo privilégios que outros menos
afortunados economicamente não têm. Relembrem o caso do Tor ou Thor que possui
uma grande quantidade de multas (querendo culpar outros por dirigirem seus
carros, o que é difícil de acreditar por que ninguém deixaria um segurança
passear de MacLaren ou outro carro caríssimo) que sumiu dos noticiários, o que
vemos é o pai fazendo parcerias com a Vale para avaliar a viabilidade econômica
e ambiental da construção de um trecho ferroviário para ligar ferrovias ao
Porto de Açu. Perguntamos: Para onde vai a igualdade de direitos?
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