Em um estudo realizado pelo Hospital Universitário de Marburg e a Universidade de Ulm (ambos da Alemanha), publicado na revista Musculoskeletal Disorders, aponta para uma aceleração na cura de fraturas ósseas realizadas com o uso de ultra-som.
O estudo foi aleatório controlado e descobriram que o uso de pulsos de baixa intensidade em pacientes com fraturas de tíbia tiveram um aumento de 34% na densidade mineral óssea na área de fratura após 16 semanas (aplicação por 20 minutos/dia), em comparação com um dispositivo falso.
Esta descoberta certamente trará uma aceleração no tempo de recuperação e de retorno as atividades cotidianas normais.
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