As denúncias de corrupção contra membros do atual Governo e o embate do presidente contra a imprensa por divulgar tais assuntos estão marcando a reta final das eleições. Não lembro de nenhum governo que tenha passado sem uma marca de corrupção ou tráfico de influências e tão pouco de nenhum meio de comunicação que não quisesse apoiar alguém de seu interesse.
O presidente vem sendo duro com os meios de comunicação levantando acusações de “golpistas” pelo fato destes meios não suportarem que um trabalhador tenha chego a presidência e menos ainda de vê-lo capaz de apoiar uma candidata.
O presidente também informa que os meios de comunicação estão atuando como “partidos políticos” e tentando “forçar” um segundo turno.
Como indicar alguém a um prêmio quando o indicado diz: "Nós não precisamos mais da opinião pública. A opinião pública somos nós”.
Não se pode negar que muito foi feito para melhorar a gestão econômica e seu trabalho para reduzir a desigualdade social, contudo não se pode perder a compostura quando se é contrariado, ainda mais quando existem fatos.
O fato de o próprio mandatário “ignorar as instituições e passar por cima das leis” acaba dando um péssimo exemplo para população que pode pensar: Por que eu não posso fazer o mesmo?”.
Neste País, dito democrático (com voto obrigatório), com a qualidade da maioria dos candidatos de hoje e anteriores e com uma imprensa um tanto quanto tendenciosa fica difícil melhorar no sentido amplo da palavra.
Perfeição não existe. Governos usam nosso dinheiro para promoção de farras e não apenas aqui. Conduto em países com uma população menor a corrupção e tráfico de influências devem ser mais bem escondidos, pois a população briga por seus direitos quando escândalos são descobertos.
Assim, senhores Stein Tonnesson (diretor do Instituto Internacional para Investigação da Paz) e Oliver Stone (cineasta americano) que dizem serem admiradores do presidente. É muito fácil falar quando um mora na Noruega e outro nos Estados Unidos.
Só elogiam o Brasil quem não mora aqui...
ResponderExcluirConcordo com o Gabriel é facíl apoiar de fora, pois ele não vive aqui dentro pra saber como isso se tornou uma palhaçada.
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