Esta síndrome não é nova, também conhecida como “síndrome do trabalho queimado”. O que ocorre é que a incidência da mesma está aumentando.
Fatores psicossociais e psicobiológicos estão relacionados com atividades que exigem um contato direto com pessoas.
As características emocionais são: esgotamento emocional, despersonalização, sentimento de adequação, desconfiança e perda de sentido do objetivo profissional.
Além disto, alguns exames de laboratório podem mostrar alguma correlação, como diminuição de glóbulos brancos e um aumento da proteína G e do cortisol.
Podemos considerar 3 fases:
Primeira: Existe a desmotivação em todos os aspectos da vida cotidiana além da tensão diária;
Segunda: Queda do rendimento profissional, que origina uma ausência no trabalho levando a uma instabilidade emocional, ansiedade, cefaléia, tensão muscular e dermatites;
Terceira: Desencadeia depressão, com dores lombares, gastrite, colite, hipertensão arterial e diabetes.
Como vocês podem ver a coisa é complicada. Assim se tiver sintomatologias que você não consegue explicar ou resolver, procure um profissional. Não é uma vergonha. Este é o primeiro passo para um tratamento eficaz e adequado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário