Este transplante é usado em muitos países em pessoas que possuem aterosclerose. No Brasil, na Universidade Federal de São Paulo, foi realizado o primeiro transplante sendo o doador um jovem falecido de 17 anos e o receptor um homem de 58 anos.
Vamos engatinhando, mas estamos tentando chegar mesmo que atrasados.
Fico contente ao saber dos avanços que estão trazendo benefícios a tantas pessoas que precisam, embora tardios, trazem esperança para quem está numa fila a espera de um órgão.
ResponderExcluirE acredito que pior do que ser tardio, é simplesmente ter a tecnologia e a mesma não ser utilizada, como ocorre com as máquinas de perfusão renal compradas pelo Hospital das Clínicas e que estão sendo mandadas para revisão, por falta de uso e de obviamente pessoas qualificadas para manuseá-las, enquanto que nos Estados Unidos, técnicos de enfermagem são preparados para manusear tais equipamentos. A discrepância é muito grande, e desta forma continuamos a dar passos muito curtos no desenvolvimento não apenas tecnológico, mas também como nação.
E claro, apesar dos "detalhes" temos que comemorar cada pequena vitória conquistada, pois pode ser um grande passo para um futuro, não muito longe, espero.
Quando se trata de vencer em relação a saúde, sei que todo avanço é sempre benéfico...Graças aos meus pais, não necessito fazer uso do Sistema de Saúde do Governo, pois se precisasse não estaria aqui, escrevendo...torço muito para que nossos governantes parem de dar valor ao futebol e deêm prioridade a saúde, criando meios para que ela cresça e se possível uma cura para o meu tipo de câncer e para todos outros tipos de Avanços Tecnológicos que existem fora do país e que ainda somos meros espectadores.
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