A terapia gênica (introdução de genes para corrigir o DNA e curar doenças) custa ganhar credibilidade. Em 20 anos de existência apenas obteve um êxito (Alemanha, 2006, com a cura de uma doença rara do sangue).
A nova conquista informando que a terapia funciona trouxe esperança a muitos cientistas e sem dúvida a muitos pacientes. A notícia veio do Hospital de Paris com a participação de cientistas de Harvard. Um jovem de 18 anos que tinha talassemia beta (cadeia beta da globulina) que era “tratada” com transplante de medula óssea. O jovem fez a última transfusão em julho de 2008.
O processo trata de introduzir um gene nas células hematopoiéticas (que geram os glóbulos vermelhos) para que produzam hemácias saudáveis. Para isto foram retiradas células da medula óssea do paciente e as mesmas cultivadas junto a um vírus que possuía o gene necessário para “corrigir o defeito”. Ao se produzir a infecção, o microrganismo passa seu material genético para as células do sistema hematopoiético, que recebem a instrução para fabricar glóbulos vermelhos que funcionem. A informação introduzida foi a necessária para produzir a beta-globulina, a chave para levar oxigênio para os tecidos.
Apesar do avanço a cautela é necessária, pois existe certo grau de sobre-atuação, ou seja, o passo prévio para o desenvolvimento de um câncer. Assim a terapia pode funcionar, contudo mais pesquisas são necessárias para evitar que a terapia derive para um câncer.
Imaginem a alegria do rapaz e da família.
Me impressiona a velocidade com que caminha a ciência. E fico orgulhoso por fazer parte deste seleto grupo, mesmo que não acertemos sempre. Buscar a cura para uma doença é importante, mais nada se compara com a satisfação de ter feito algo de bom para as pessoas. Meu conselho para as pessoas, deixem um legado, não passem desapercebidos pela vida e nem sejam esquecidos com o tempo. Sejam os melhores em suas profissões.
ResponderExcluirConcordo com o Itamar, infelizmente pessoas hoje em dia estão mais preocupadas em aparecer mesmo que seja por 5 min. e poucas pessoas como Nós estão preocupadas em fazer algo realmente útil e que cause efeito nas nossas vidas e na vida de outras pessoas...Infelizmente a Ciência como um todo não é valorizada no nosso país e profissionais também não são valorizados...é triste saber que queremos trabalhar, produzir e temos as mãos atadas mas, o cérebro jamais. Quem sabe um dia, isso tudo não mude??
ResponderExcluirOi prof Sâmia, valeu pela explicação hj na sala. To menos burro e valeu Turbilhão to bem mais afim de aprender. Nem idéia de q certas coisas existiam.
ResponderExcluira ciência me fascina, ainda + agora q to podendo aprender + e poder conversar sobre algo q vale a pena...Valeu Turbilhão!! e o Gabriel é um puxa-saco..kkkk
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