Da mesma forma que humano ou ratos, as moscas de fruta (as Drosophilas) não podem sobreviver sem dormir. Contudo, moscas manipuladas para serem sensíveis a privação do sono, a fome quase triplicou o tempo que poderiam sobreviver sem dormir.
Os autores demonstraram que a habilidade de resistir aos efeitos da perda de sono estava vinculada a uma proteína que ajuda o cérebro das moscas a manejar o armazenamento e uso de lipídios (ex.: colesterol, vitaminas liposolúveis como a A e a D).
Segundo o Prof. auxiliar de Neurobiologia e Anatomia, Paul Shaw, - os fármacos mais importantes que temos para dormir ou nos mantermos acordados estão direcionados a um pequeno número de circuitos cerebrais, todos relacionados com a neurotransmissão.
Estes descobrimentos somam um novo aspecto a complexa relação entre sono e metabolismo dietético. Os cientistas reconheceram há uma década que um descanso inadequado está relacionado com a obesidade e contribui para o desenvolvimento de doenças como a diabetes ou problemas coronários. Ou seja, até agora ninguém havia relacionado os genes vinculados ao metabolismo dos lipídios com a regulação da necessidade de sono.
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