São os pacientes que buscam dados sobre sua doença na internet. Segundo o Instituto Nacional de Estatística Espanhol, aproximadamente 53% dos internautas procuram informações na Rede sobre sua doença, seja antes ou depois de ir ao médico.
Não deve ser muito diferente por aqui.
E claro que para isto utilizam o Google (mas existem o ALTAVISTA e o HotBot, pouco usados ou até conhecidos). O problema é que a maioria, tanto aqui, como lá, acabam caindo em páginas que prometem a cura de várias enfermidades.
Estas páginas acabam trazendo mais malefícios do que benefícios. Assim, perguntem a profissionais (médicos, enfermeiros, biomédicos, fisioterapeutas, etc) qual a melhor forma de procurar informações na internet sobre seu problema.
Por exemplo, cito a Universidade dos Pacientes, existe a 4 anos, com 28 aulas “online” sobre depressão, ictus e asma (www.universidadpacientes.org), além de encontros virtuais com especialistas. Tem também um Foro que ajuda na filtragem (www.webpacientes.org). Além deste existem outros como o Hospital Samaritano, da Santa Casa de São Paulo, Hospital Albert Einstein, Hospital Sírio-Libanês, entre outros.
Certamente é uma ferramenta importante e que deve ser explorada para ajudar e não prejudicar.
bem q minha profs fala sobre procurar informação na net só q antes, TEMOS Q SABER FILTRAR A INFORMAÇÃO!! fora os erros de português e se liberar aqui no brasil não vai dar certo, esse povo é burrinho.
ResponderExcluirFiltar a informção!! é isso mesmo, tem cada coisa na net e esse tipo de coisa não dar certo aqui não...como o Gabriel escreveu, o povo é burro e preguiçoso
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