Há algumas semanas o Congresso da Sociedade Respiratória Européia (European Respiratory Society – ERS), realizado em Barcelona (Espanha), acolheu a apresentação do roflumilast (primeira novidade farmacológica em 20 anos), novo fármaco que consegue prevenir as exacerbações nos portadores mais graves de DPOC (210 milhões de paciente no mundo).
Os dados apresentados colocam em manifesto que a DOPC é uma doença subdiagnosticada (73%) e seu impacto sobre as pessoas que a apresentam está subestimado, tanto para pacientes quanto para médicos. Informação retirada da pesquisa Hidden Depths of COPD (patrocinada por Nycomed) com 2.000 pacientes com DPOC e 1.400 médicos.
Os resultados demonstram que as exacerbações afetam de forma notável a capacidade do paciente para desempenhar suas atividades de vida cotidiana, tendo grande impacto sobre seu bem-estar social e familiar.
Deve-se lembrar dos efeitos das exacerbações da DPOC em longo prazo, quanto a hospitalização e mortalidade, são maiores que o infarto do miocárdio, apesar de que muitos médicos e pacientes acreditem no contrário.
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