quinta-feira, julho 22, 2010

SILICONE E AUTO-ESTIMA

Apesar do risco que a brasileira Sheyla Almeida corre (e espero que melhore) precisamos definir o que é uma “modelo”, pois se levarmos ao pé do dicionário a coisa complica.

A “modelo”, em agosto de 2008 (se eu não me engano) deu entrevistas dizendo que seria uma “estrela de filmes adultos” na terra do Tio Sam. Bem, se ela foi, é ou será, não importa. O importante é que se recupere.

A “modelo” veio ao Brasil em junho colocar os implantes, uma vez que a Lei no Texas não permite mais de um galão por conta dos riscos de toxicidade. Ao voltar para os EUA começaram os problemas (dor no peito e dificuldade de respirar).
O risco de perder seus “seios reais” existe, além do risco de desenvolver uma sepse, o que pode levar a morte.

A intenção deste “post” não é julgar, mas sim sensibilizar.

Minha pergunta aqui diz respeito a: Quando o muito é demais?

Um comentário:

  1. Nos dias atuais as pessoas estão fazendo de tudo para "se dar bem na vida", mesmo que isso inclua, punir seu próprio corpo, transformando em uma carcaça a ser vendida, por alguns trocados, as pessoas não se preocupam mais com elas mesmas e seus conceitos, mas sim com o que as outras vão pensar a seu respeito e como isso interfere na sua imagem, boa ou ruim, o importante é ser vista, conhecida e para isso o "demais" ainda é pouco para quem quer ser lembrada, conhecida mesmo que morta.

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