
O Pentágono (EUA), por meio de sua Agência de Investigação de Projetos Avançados de Defesa (DARPA), desenvolveu um composto artificial que se obtêm a partir de células-mães de cordões umbilicais humanos descartados após o parto.
Este sangue, indistinguível do sangre normal, deverá ser utilizado em zonas de conflito armado, além de acabar com o problema da dificuldade de doadores e de transporte para regiões remotas ou inacessíveis.
Para se ter uma idéia do volume conseguido, de cada cordão umbilical se produz 20 unidades de sangue, o que poderia salvar a vida de 2 a 4 pessoas. O tipo sanguíneo também foi pensado, a empresa Ohio Arteriocyte irá produzir o sangue e as primeiras amostras de “O negativo” foram enviadas ao FDA (Food and Drug Administration) para aprovação. E se tudo correr bem a partir de 2013 o abastecimento seria iniciado.
Essa notícia é simplismente um alívio para quem precisa de sangue e principalmente por que a doação não é tão frequente quanto esperamos. Que tudo ocorra bem nos estudos e que possam começar a desenvolver mais bolsas de sangue..
ResponderExcluirFernanda Albuquerque